Integração Pós-Graduação e Graduação promove internacionalização na UB com apoio da FAPESP
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Três projetos de pesquisa em nível de Iniciação Científica foram recentemente aprovados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) para execução no Campus de Fernandópolis da Universidade Brasil (UB), com parte da pesquisa sendo desenvolvida no Campus de Saltillo da Universidad Autónoma Agraria Antonio Narro (UAAAN), no México, e no Campus de Davis da University of California, nos Estados Unidos.
Vitor da Cunha Agrelli e Renato Rós Sentinello, graduandos em Agronomia no Campus Fernandópolis da UB, irão avaliar in vitro a capacidade de leveduras isoladas da interface solo-serrapilheira em ecótonos Cerrado-Amazônia solubilizar fosfato, produzir ácido indolacético e promover o crescimento de alface.
Os bolsistas da FAPESP contarão com a infraestrutura da UB Fernandópolis e do Laboratório de Biotecnologia e Biologia Molecular da UAAAN para a execução da pesquisa. Por sua vez, o graduando em Medicina Veterinária do Campus Fernandópolis da UB, Cauê Lemos, irá revelar a composição da comunidade de microrganismos metanogênicos presentes em solo com excretas de tourinhos Nelore de corte recriados a pasto e suplementados. Sua pesquisa, sediada na UB Fernandópolis, é desenvolvida em parceria com o Setor de Forragicultura e o Laboratório Multiusuário Centralizado para Sequenciamento de DNA em Larga Escala e Análise de Expressão Gênica, da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV/UNESP), Campus de Jaboticabal, e está sendo aprofundada por meio de estágio de pesquisa no Department of Land, Air and Water Resources da University of California, em Davis-EUA, com o apoio da FAPESP.
Segundo a coordenadora do Curso de Graduação em Agronomia da UB-Fernandópolis, Profa. Dra. Andréa Cristiane Sanches, essas oportunidades advindas de uma das agências de fomento à pesquisa mais criteriosas do país, é um reconhecimento do potencial científico dos alunos e docente envolvidos, assim como a qualidade e seriedade da formação profissional. A vivência internacional certamente trará uma vantagem competitiva no mercado de trabalho a estes dedicados estudantes.
Para o Prof. Dr. Raphael Chiarelo Zero, coordenador do Curso de Graduação em Medicina Veterinária da UB-Fernandópolis, o estágio de pesquisa de Cauê Lemos no Department of Land, Air and Water Resources em Davis-CA irá muito além de uma vivência acadêmica, podendo representar uma transformação profunda em sua trajetória profissional e pessoal. Segundo o coordenador, a imersão em um dos centros de pesquisa mais respeitados do mundo permitirá ao discente acessar tecnologias, metodologias e perspectivas científicas que ampliam fronteiras, despertam novas perguntas e fortalecem a capacidade crítica, elementos essenciais para a formação de um pesquisador completo. Ele destaca ainda que essa conquista simboliza o compromisso da UB em abrir portas para que seus estudantes vivenciem a ciência em ambientes de excelência e em diálogo com pesquisadores internacionais.
De acordo com o Prof. Dr. Luiz Sergio Vanzela, coordenador do PPG em Ciências Ambientais da UB, a integração da Pós-Graduação com a Graduação é fundamental para a evolução da qualidade dos cursos e da iniciação dos alunos na pesquisa científica, sobretudo quando se trata de projetos em cooperação internacional.
Para o Prof. Dr. Acacio Aparecido Navarrete, orientador dos três estudantes bolsistas da FAPESP, e docente titular do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais e dos cursos de graduação em Agronomia e Medicina Veterinária da Universidade Brasil (UB), o apoio que sua equipe tem recebido da FAPESP nas modalidades ‘Auxílio Regular à Pesquisa’ e bolsas em nível de Mestrado e Iniciação Científica, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) por meio de Bolsa Produtividade em Pesquisa, e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) via Programa Pró-Equipamentos, todos vigentes no Campus Fernandópolis da UB, bem como um histórico de mais de 15 anos de parcerias com instituições de pesquisa no Brasil e no exterior, explicam o sucesso alcançado com estas e outras aprovações de propostas de seu grupo de pesquisa “Saúde Agroambiental do Solo” junto às agências de fomento nacionais e internacionais.
Patricia Farias Coelho, Coordenadora de Relações Internacionais da UB, finaliza salientando que a concessão de bolsas de fomento por agências financiadoras nacionais e internacionais representa um eixo estratégico para o fortalecimento da pesquisa e da formação acadêmica na UB. Quando nossos professores são contemplados com esse apoio, ampliam-se não apenas as condições materiais para o desenvolvimento de estudos de excelência, mas também a capacidade de estabelecer redes globais de cooperação científica.
No Campus Fernandópolis, essa dinâmica tem desempenhado um papel decisivo na consolidação de projetos inovadores, no aprimoramento metodológico e na abertura de novas frentes de investigação alinhadas às demandas contemporâneas da ciência, da educação e da sociedade. As bolsas possibilitam que nossos docentes participem de intercâmbios, vivências acadêmicas internacionais, cursos de atualização e experiências de pesquisa em centros de referência no exterior — elementos essenciais para trazer ao Brasil conhecimentos de ponta, práticas emergentes e repertórios científicos que qualificam toda a comunidade universitária.
Ao incentivar fortemente que seus professores busquem fomento e se internacionalizem, a UB reafirma seu compromisso com a excelência acadêmica e com a formação de um ambiente intelectual vibrante e globalizado. Essa política institucional demonstra que a universidade não apenas reconhece a importância do protagonismo de seus docentes na produção de conhecimento, mas também compreende que a internacionalização compartilhada entre docentes e discentes é um pilar fundamental para o progresso contínuo de nossa instituição.
Assim, cada bolsa conquistada e cada mobilidade internacional efetivada expressam, de maneira concreta, o quanto a Universidade Brasil está comprometida com uma ciência mais conectada, colaborativa e transformadora — capaz de impactar positivamente a formação dos nossos estudantes e o desenvolvimento do país.
Legenda/Créditos: Divulgação
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